Os idosos do Clube da Terceira Idade do Parque Tamandaré, equipamento da Subsecretaria de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, participaram, na tarde desta sexta-feira (17), do “Bailão Julino da Melhor Idade”. Com vasta programação, o evento promoveu integração social com muita música, dança, comidas típicas, feiras e momentos de pura diversão.
O ponto alto do Bailão Julino da Melhor Idade foi a escolha da Rainha e Noiva da festa, ganhando duas idosas que já são assistidas pelo Clube da Terceira Idade. A tarde ainda foi repleta de atrações como apresentação de dança de salão e quadrilha maluca. O Espaço da Convivência foi transformado em um palco com muitas músicas de boa qualidade, especialmente serestas cantadas e tocadas por Amarinho dos Teclados e Dávila.
“Eu tenho 84 anos de idade, faço parte da Terceira Idade, faço teatro e outras coisas mais. E hoje estou aqui como a Rainha da Festa e me sinto feliz por ter sido convidada para receber esse título, nesse baile que é tão animado”, comentou a assistida Irenilda da Silva.
Escolhida como a Noiva do Baile, a assistida Nilma comemorou o título. “Eu adoro isso aqui. O pessoal do Clube é muito carinhoso e companheiro. Estou muito feliz como noiva da Melhor Idade. Gosto de participar de tudo que tem aqui”, contou a idosa.
Além da programação festiva, o Bailão também contou com barraquinhas de comidas típicas e feiras de empreendedorismo. Os assistidos do Clube da Terceira Idade também puderam assistir a apresentação da “Quadrilha do professor Frank Coutinho”.
A subsecretária de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, Rosilane Tavares, reforça a importância de eventos como o Bailão para a melhoria da qualidade de vida dos idosos.
“Esse evento é organizado pela nossa Subsecretaria para trazer essa convivência com muita alegria e satisfação para os nossos idosos, onde eles podem brincar, dançar. Tudo para eles é festa. Eles gostam e nós estamos aqui para proporcionar estes momentos. Aqui também abrimos o espaço para as barracas fomentando o empreendedorismo. Isso faz bem para o corpo e para a mente, proporcionando qualidade de vida”, afirmou a subsecretária.





