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Buscando identificar pessoas que se encontram em situação de risco e vulnerabilidade social, o Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro Pop), equipamento da Secretaria Municipal de Assistência Social, segue realizando o serviço de abordagem nos territórios do município. As equipes percorrem diferentes pontos da cidade com o objetivo de ofertar vagas em abrigos ou serviços da rede socioassistencial. O trabalho de abordagem social é feito diariamente em rotas estabelecidas, sendo ruas, avenidas, praças, terminais rodoviários, entre outros pontos. Em 2025, foram realizadas cerca de 400 ações similares.

O acolhimento é oferecido, mas a decisão de permanência é do indivíduo. Ao aceitar a ida para um abrigo, o assistido passa a contar com um espaço onde pode realizar refeições, higiene pessoal e ter um local seguro para guardar seus pertences. Além disso, são oferecidos atendimentos com profissionais, como assistentes sociais, psicólogos e pedagogos, além de oficinas e cursos que auxiliam na independência e reinserção dos cidadãos na sociedade. O acolhimento é oferecido, mas a decisão de permanência é do indivíduo.

A coordenadora do Centro Pop, Claudia Moura, destaca a importância do serviço de abordagem social como ferramenta para a garantia de direitos e novas oportunidades.

“Esse serviço deve garantir atenção imediata às necessidades dessas pessoas, como a inclusão delas na rede de serviços socioassistenciais e benefícios, bem como nas demais políticas públicas, na perspectiva da garantia dos direitos, para que assim, possamos construir o processo de saída das ruas, promovendo ações para reintegrar esse usuário a família e à comunidade. É importante destacar que não tiramos a pessoa do lugar onde está, isso é contra a lei. Trabalhamos dando orientações e oferecendo um lugar digno onde ele possa ficar, porém a escolha é sempre dá pessoa”, disse.

Assim que são feitas as abordagens, o Centro Pop é a porta de entrada para essas pessoas, que podem ser acolhidas em abrigos municipais: Casa de Passagem, Lar Cidadão, Manoel Cartucho, e uma Organização da Sociedade Civil (OSC) cofinanciada pelo Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social.

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, através da Subsecretaria de Gestão do SUAS e do Departamento de Proteção Social Especial, vem realizando diversos encontros do Grupo de Trabalho de População em Situação de Rua. O GT acontece mensalmente e tem como objetivo discutir em conjunto ações que possam ser desenvolvidas e implementadas, de forma efetiva, para o atendimento à população em situação de rua do município. O secretário da pasta, Rodrigo Carvalho, diz que as reuniões reforçam o trabalho que já vem sendo realizado pelo município, como as abordagens sociais.

“A secretaria mantém equipes que atuam regularmente com abordagens em pontos onde essas pessoas se concentram em nossa cidade, ofertando os serviços da Política de Assistência, como vagas em abrigos. As reuniões do GT, que é formado por representantes de várias políticas públicas que atendem direta ou indiretamente a população em situação de rua, dão ainda mais força às ações em prol dessa população, porque, além da assistência, são discutidas iniciativas de saúde e direito”, explicou o secretário.

As equipes do Centro Pop percorrem diferentes pontos da cidade com o objetivo de ofertar vagas em abrigos ou serviços da rede socioassistencial.

A equipe de Ações e Estratégias do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) está presente na 293ª Festa de Santo Amaro. Além das abordagens, estão sendo entregues materiais informativos e adesivação de carros e estabelecimentos com o objetivo de conscientizar a população sobre os impactos negativos da exploração de trabalho infantil.

O secretário municipal de Assistência Social e Cidadania, Rodrigo Carvalho, junto da subsecretária adjunta, Graziele Gonçalves e do deputado estadual e secretário de Estado de Habitação de Interesse Social, Bruno Dauaire, acompanharam a ação pela manhã.

“Durante o verão intensificamos as ações de conscientização e combate ao trabalho infantil e exploração de menores na praia e também nas festas tradicionais, uma vez que, durante o período de férias escolares, crianças e adolescentes acabam sendo submetidos a situação de trabalho”,  explicou Rodrigo Carvalho.

No Brasil, o trabalho infantil é considerado ilegal para crianças e adolescentes entre 5 e 13 anos. De acordo com a Lista TIP, sigla que identifica a Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil, instituída pelo decreto Nº 6.481/2008, o país apresenta 93 atividades prejudiciais à saúde, à segurança e à moralidade das crianças e dos adolescentes.

Ao ver crianças em situação de trabalho infantil ou violação de direitos é possível denunciar através do Disque 100 ou pelo telefone (22) 98147-0119, que funciona de segunda a sexta, das 8h às 17h.

A primeira edição do ano do Social + Perto, programa da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, aconteceu nesta terça-feira (13) na praia do Farol de São Tomé. De forma gratuita, a população teve acesso a diversos serviços como corte de cabelo, massoterapia, designer de sobrancelhas e esmaltação, além dos atendimentos nas áreas sociais, de saúde, assistência judiciária, agendamento para 2ª via de documentos com a Fundação Leão XIII e trocas de lâmpadas com a equipe da Enel.

A primeira-dama Tassiana Oliveira, junto do secretário Municipal de Assistência Social, Rodrigo Carvalho, esteve na Escola Municipal Cláudia Almeida Pinto Oliveira, na Vila do Sol, e acompanhou os atendimentos.

“Mais uma edição de sucesso, a primeira do ano de 2026 aqui, em Farol de São Tomé, desse programa que aproxima a gente das pessoas, onde a gente pode ouvir as demandas dos bairros e orientar sobre as necessidades da população. Graças a Deus todo mundo sendo atendido, pessoas que moram mais distantes da região central da cidade podendo resolver situação de documento, cadastro, de saúde; tudo em um só lugar. Isso é muito gratificante”, comemorou Tassiana.

Para o secretário de Assistência Social, Rodrigo Carvalho, a edição de verão na praia do Farol já é uma tradição. “Temos três anos de programa na estrada, visitando as regiões mais distantes do centro da cidade e, desde o início, realizamos essa primeira edição do ano na praia, aproveitando para atender os moradores de Farol e também veranistas que estão por aqui”.

Entre os serviços mais procurados estavam os atendimentos de atualização do CadÚnico, além das informações do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). A população também aproveitou a presença dos profissionais de assistência social para esclarecer dúvidas sobre os programas sociais municipais e federais, como Cartão Goitacá, Aluguel Social e o Pé de Meia.

Entre os atendimentos, foi realizado o acolhimento de Viviane de Oliveira, que estava em situação de rua. Emocionada ela agradeceu o atendimento. “Fui muito bem atendida por toda a equipe. Eu estava vivendo em um barco e agora vou poder recomeçar com a assistência”.

Para a gerente geral dos CRAS, Verônica Rocha, a oferta de diversos serviços em um único local auxilia na identificação e ação rápida de casos como o de Viviane. “É importante reforçarmos que o Social Mais Perto não pode ser compreendido apenas como um espaço de acesso ao Cadastro Único. Sabemos que a população chega, majoritariamente, com essa demanda, mas o nosso papel técnico vai além do registro de dados. A acolhida é o primeiro e mais importante momento do trabalho social. É nela que qualificamos a escuta, identificamos vulnerabilidades, orientamos direitos e apresentamos à família a rede de proteção social disponível no território. Quando realizamos uma acolhida qualificada, mostramos à população que a Assistência Social não se resume a benefícios, mas é uma política pública de proteção, cuidado e garantia de direitos”.

Na ocasião, as crianças que foram na companhia dos pais e responsáveis que buscavam atendimento puderam se divertir com a recreação infantil realizada pelos profissionais do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e do Programa Criança Feliz.

Também estiveram presentes na primeira edição do ano do “Social + Perto” o secretário de Governo, Ruy Crispim; a subsecretária adjunta de Assistência Social, Graziele Gonçalves; o chefe de gabinete da SMASC, Ruan Barros; e a subsecretária de Promoção e Defesa da Pessoa Idosa, Rosilani Tavares.

Em sua 65ª edição, desde o seu lançamento em 2022, o Social + Perto também oferece ao público a possibilidade de tomar vacinas de gripe, covid, entre outras do calendário vacinal disponíveis na rede pública de saúde. A população pode conhecer ainda o trabalho das Subsecretaria de Política para Mulheres, Subsecretaria de Justiça e Subsecretaria de Promoção e Defesa da Pessoa Idosa.

 

A equipe de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, participou da reunião semanal de coordenadores de Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) para alinhar e capacitar as equipes sobre a aplicação da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). A ferramenta é utilizada para identificar o nível de insegurança alimentar das famílias que acessam os equipamentos da assistência pela primeira vez, com o objetivo de direcionar os usuários para os programas e serviços sociais que atendam suas necessidades e vulnerabilidades.

“A aplicação da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar, a EBIA, é essencial para que o município identifique com precisão as famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Esse diagnóstico é a porta de entrada para o acesso aos benefícios e às políticas públicas, garantindo que a assistência chegue a quem realmente precisa, especialmente nos casos de insegurança alimentar grave. Esse é um desafio que enfrentamos com muito compromisso, com o objetivo de beneficiar o maior número de famílias possível e promover dignidade por meio do direito à alimentação”, explicou a coordenadora de Segurança Alimentar e Nutricional de Campos, Rafaela Gomes Cereja.

A Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) está sendo aplicada nos 15 territórios do município, por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e do Programa Criança Feliz, envolvendo coordenadores e equipes técnicas capacitadas para a coleta qualificada das informações. A ferramenta permite mapear a realidade das famílias atendidas e subsidiar decisões estratégicas da Diretoria de Transferência de Renda e Combate à Fome e Segurança Alimentar e Nutricional, orientando o direcionamento de benefícios e ações conforme o nível de vulnerabilidade identificado.

Com base nesses dados, o município fortalece o planejamento das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da insegurança alimentar. Em 2026, o trabalho será intensificado com foco na segurança alimentar e nutricional da população, ampliando a atuação nos territórios e reforçando o compromisso com o direito humano à alimentação adequada.

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, através das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI), intensificou as ações de prevenção e combate a exploração de menores de idade na praia do Farol de São Tomé. Durante todo o verão serão realizadas abordagens sociais, panfletagens e adesivação de carros com o objetivo de conscientizar a população sobre os impactos negativos do trabalho infantil.

“O Secretário Rodrigo Carvalho, todos os anos prioriza ações de combate ao trabalho infantil na praia do Farol de São Tomé e, iniciamos essa semana nosso trabalho na praia. Realizaremos abordagens sociais, adesivação em carros e distribuição de materiais informativos, para que a população possa colaborar conosco no combate e enfrentamento do trabalho infantil denunciando. Também estaremos atuando na Festa de Santo Amaro. O Trabalho Infantil precisa ser combatido todos os dias, ele não tira férias e no período em que as crianças estão em férias escolares, nosso trabalho é potencializado.” Destacou a Diretora de Gestão do SUAS e coordenadora das ações, Renata Amaral.

Em Campos, durante todo o ano são realizadas diariamente abordagens em pontos estratégicos da cidade para coibir e identificar casos de exploração de menores e violação de direitos. A população pode contribuir com as ações através de denúncias anônimas pelo Disque 100 ou pelo número do programa no município, no telefone (22) 98147-0119, que funciona todos os dias, das 8h às 17h.

No Brasil, o trabalho infantil é considerado ilegal para crianças e adolescentes entre 5 e 13 anos. De acordo com a Lista TIP, sigla que identifica a Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil, instituída pelo decreto Nº 6.481/2008, o país apresenta 93 atividades prejudiciais à saúde, à segurança e à moralidade das crianças e dos adolescentes.