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Nesta quinta-feira (22), o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM) comemorou um ano de fundação. A data foi marcada por um encontro realizado na sede do CEAM, e que contou com a presença de autoridades municipais, além da participação de policiais do Programa Patrulha Maria da Penha.

A subsecretária de Políticas para Mulheres, Josiane Viana, que também é a responsável pelo CEAM, comemorou o sucesso do equipamento. “Sempre foi um desejo de todos os campistas, contar com um equipamento como esse em nossa cidade. Além disso, era o último equipamento que faltava para as nossas mulheres. Nesse um ano de CEAM, nós já realizamos 723 atendimentos. É importante também exaltar a parceria que existe com o Patrulha Maria da Penha do 8º BPM e com a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). As vítimas atendidas lá, significam 56% dos atendimentos realizados por nós. Isso mostra que trabalhando juntos, vamos cada vez mais dar suporte às mulheres e crianças vítimas de violência”, afirmou Josiane.

A cerimônia foi marcada por uma palestra da psicóloga Millena Alves Neves Pessanha, que falou sobre o “Setembro Amarelo – A vida é a melhor escolha”. Estiveram presentes o secretário de Desenvolvimento Humano e Social, Rodrigo Carvalho, o presidente da Fundação Municipal de Infância e Juventude (FMIJ), Fabiano de Paula, a subsecretária de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, Rosilani Tavares, a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Auxiliadora Freitas, e a subsecretária de Limpeza Pública, Simone Oliveira.

CEAM – O CEAM oferece atendimento psicossocial às mulheres que sofreram violência, incluindo psicoterapia, em local adequado para acolhimento, com equipe capacitada e sensibilizada sobre a questão da violência de gênero. Possui espaços elaborados para terapia individual, terapia em grupo, triagem psicossocial, oficinas de trabalho, palestras e reuniões. Conta também com uma brinquedoteca para as atividades de acolhimento para as crianças que acompanham as mães durante os atendimentos.

Em agosto deste ano, o prefeito Wladimir Garotinho sancionou a Lei 9.199, que institui o Sinal Vermelho, sendo mais um mecanismo de combate e prevenção à violência doméstica e familiar, a Lei 9200 que confere o Selo Empresa Amiga da Mulher, às empresas que contribuem com ações e projetos de promoção e defesa dos direitos da mulher, e ainda a Lei 9201, que institui o dia 25 de novembro como “Dia Laranja”, dedicado ao enfrentamento à violência contra mulheres e meninas.

 

 

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Com objetivo de conscientizar a população idosa do município sobre a importância de um alimentação balanceada, o coordenação de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), que faz parte do Departamento de Programas e Projetos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social, em parceria com a Subsecretaria Municipal da Promoção e Defesa da Pessoa Idosa, está promovendo uma série de palestras sobre segurança alimentar, ministradas por acadêmicos do curso de nutrição da Universidade Estácio de Sá, no Clube da Terceira Idade, localizado na Rua Rodrigues Peixoto, no Parque Tamandaré.

A primeira palestra da série aconteceu nesta quarta-feira (21). As demais seguirão acontecendo todas às quartas e quintas-feiras, durante os períodos da manhã, às 9h, e tarde, às 14h, até o dia 1º de dezembro.

Emanuelle Couto, aluna no 7º período, falou sobre a importância do tema para os idosos. “A terceira idade é uma fase na vida onde muitas doenças se desenvolvem. Então, é necessário que esse público entenda a importância de cuidar da alimentação para não prejudicar ainda mais a sua saúde”, disse.

Além das palestras, o público presente também participou de dinâmicas, onde foram apresentados os tipos de alimentos e a famosa pirâmide alimentar – uma representação gráfica que reúne informações importantes a respeito dos grupos de alimentos presentes em nossa dieta. “Nós apresentamos para eles quais são os alimentos in natura, processados e ultraprocessados para eles. Os alimentos in natura são mais ricos em minerais, então são os melhores para que eles consumam, diferente dos demais, que são ricos em sódio e açúcar”, informou Amanda Nogueira, também aluna do 7º período.

Já Yasmin Gusmão, aluna do 8º período, destacou a participação dos idosos durante as atividades. “Eles interagiram muito com a gente. A dúvida que eles tinham, nós fomos tirando de acordo com a demanda. A interação é muito importante, pois faz com que a aprendizagem fique mais fácil. Então, para eles é muito bom”, contou.

A dona Lorizete, de 72 anos, frequentadora do Clube, comentou que aprovou a palestra. “Ela foi muito boa, porque é um tema que faz parte do nosso dia a dia. Então, saber o que é melhor para nos alimentarmos, foi muito importante”, declarou.

Companheira de Clube da dona Lorizete, a Maria Candido, de 75 anos, falou que se identificou muito com o tema, pois a neta é recém formada em Nutrição. “Eu já conhecia algumas coisas que foram apresentadas. Mas mesmo assim, estou muito feliz com a palestra, pois ajuda a quem não sabe dessas informações. Foi muito bom”, afirmou.

 

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O “Dia Laranja”, que tradicionalmente já conta com programações em Campos, agora tem uma data só sua. O prefeito Wladimir Garotinho sancionou a Lei nº 9.201, que institui o Dia 25 de Novembro dedicado ao enfrentamento à violência contra mulheres e meninas no município. A data passa a integrar o calendário oficial de eventos da cidade. A lei foi publicada no Diário Oficial deste mês.

A subsecretária de Políticas para as Mulheres, Josiane Viana, fala sobre a importância da data. “O Dia Laranja será um dia de abraço às mulheres e meninas vítimas de violência física e psicológica. O Brasil é o quinto país do mundo em casos de feminicídio. O laranja representa um futuro livre de violência contra mulheres e meninas. Precisamos abordar esse tema, orientando as mulheres e conscientizando a população, para que possamos transformar as novas gerações, a fim de que todos se tratem com respeito, independente de gênero”, declarou.

Na data, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, poderão ser promovidas atividades para conscientização, prevenção, orientação, combate ao abuso e exploração sexual e a todos os tipos de violência contra mulheres e meninas, em parceria com comércios, empresas e instituições dos segmentos públicos e privados. Instituições bancárias, educacionais, jurídicas e shopping centers poderão deixar banner fixo todos os dias de funcionamento, salientando-se que o arquivo padrão com a arte será disponibilizado no site da prefeitura.

Além disso, serão selecionados pela subsecretaria municipal de Políticas para as Mulheres, ou órgão que a venha a substituir, os jovens embaixadores que poderão divulgar em suas redes sociais e áreas de atuação as ações de enfrentamento à violência, tanto nas instituições de ensino quanto nas instituições empresariais que desejarem, sem nenhum ônus para o município.

HISTÓRICO DE ATIVIDADES – O “Dia Laranja” já é tradição nas programações do município. No ano passado, em 25 de novembro de 2021, duas blitzen educativas foram realizadas para marcar o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, em frente ao Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam). Em julho, no dia 25, foi realizado, no Centro de Referência e Tratamento da Mulher (CRTM), uma ação de conscientização e distribuição de material com informações sobre a rede especializada de enfrentamento à violência contra a mulher.

 

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Os usuários do Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro POP) foram protagonistas do Seminário Municipal da População em Situação de Rua, realizado nesta quarta-feira (21), no auditório da Prefeitura. O acolhido do Manoel Cartucho, Nilton Souza, 51 anos, abriu o evento declamando o poema “Amor”.

“Sonhar não é pecado. Pecado é você desistir dos seus sonhos. Quero dizer para todos que ainda existe esperança e não podemos abandonar o amor”, disse Nilton.

Gilson Fernandes, usuário do Centro POP, 42 anos, recordou suas experiências de vida. Segundo relato, ele tinha uma vida estabilizada e um desentendimento familiar fez a história dele mudar.

“Existem as pessoas que estão passando por um problema e querem sair, aquelas que se acomodaram com a vida e outras que não ligam para nada. Como os três convivem juntos, todos acham que são iguais e não são”, destacou.

Ele falou do preconceito enfrentado nas ruas e o estereótipo que a sociedade escolhe para exercer a solidariedade. “Hoje em dia temos toda estrutura necessária para recomeçar, os abrigos, restaurante, café da manhã. Ficamos abandonados por muitos anos. Não sou daqui, mas desde quando eu cheguei há anos, vi a diferença dessa gestão e da outra”, completou.

“O Centro POP me acolheu e eu precisava de ajuda. Fui me recuperando e recebi todo amor e carinho. Hoje eu posso ajudar a quem precisa. Estou seguindo minha caminhada”, disse Ivan Nogueira, 40 anos, que reside no Lar Cidadão.

Durante sua mediação da mesa “Construindo protagonismo: encontros e reencontros com as pessoas em situação de rua”, a professora Leda Barros, da Universidade Federal Fluminense, falou da legitimidade do Seminário para construção e garantia de direitos. “O tema é extremamente importante para tratarmos as leis. Campos tem uma história antiga nos debates sobre a população de rua. É possível sair da rua, a partir da construção dessas pessoas que estão na rua. Não existem fórmulas mágicas. Que a gente possa trabalhar cada vez mais para garantir direitos e desconstruir preconceitos. Isso não se resolve de uma hora para outra”, concluiu Leda.

Participaram da mesa de debates, a Promotora Maristela Naurath; a coordenadora do Centro POP, Poliana Soares, e a vice-presidente do CIAMP, Camile Nunes.

Na discussão sobre os programas e projetos existentes no município, participaram Rosângela Marvila, representando a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social; Eliane Nunes, representando o Consultório na Rua; Nívea Maria dos Santos, o Fórum de Mulheres Negras; José Maurício, a Organização Juntos Pela Misericórdia; e Paulo Junior, do Conselho Regional de Serviço Social.

A diretora de Proteção Social Especial, Maria Amélia Lopes, enumerou as ações realizadas pelo governo, como o novo espaço do Centro POP e Casa de Passagem com ampliação das vagas; a intensificação das abordagens sociais para identificar os novos usuários e ofertar os atendimentos da rede socioassistencial e a estruturação dos acolhimentos.

O secretário de Desenvolvimento Humano e Social, Rodrigo Carvalho, informa que o projeto Acolhe Campos, que destina vagas de emprego nas concessionárias para a população em situação de rua está em fase de regulamentação e nos próximos meses oficinas serão realizadas para capacitar os usuários para serem inseridos no mercado de trabalho.

O evento contou com a participação da Guarda Civil Municipal e dos alunos da Subsecretaria de Igualdade Racial.

 

 

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A sede da Prefeitura de Campos foi palco do II Seminário Municipal da População em Situação de Rua, nesta quarta-feira (21). O evento aconteceu no auditório e reuniu diversos representantes da sociedade civil, do governo municipal, acolhidos e pessoas em situação de rua, além dos profissionais da área de atuação. O tema do seminário foi “Construindo e Garantindo Direitos, Desconstruindo Preconceitos”. A primeira-dama Tassiana Oliveira representou o prefeito Wladimir Garotinho.

Tassiana destacou os avanços realizados desde o início da gestão e a lei do Acolhe Campos, que destina vagas de emprego nas concessionárias para referenciados no Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro POP). “Estamos cuidando das pessoas e melhorando os mecanismos para melhor assistência aos nossos usuários. É realizado um trabalho de parceria. O seminário provoca a discussão sobre um tema tão importante. Podemos ver qual é nosso papel enquanto sociedade para as ações que precisam ser desenvolvidas”, disse.

O evento foi organizado pelo Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento para a População de Rua (CIAMP RUA), em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social.

A promotora da 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Campos, Maristela Naurath, falou das dificuldades enfrentadas pela população de rua e da importância da participação da sociedade. “Eu recebo diversas notícias sobre o tratamento que a população de rua recebe, como se não fossem humanos. Muita gente olha as pessoas em situação de rua como estivesse atrapalhando e quer afastar. Mas a situação continuará ali. O problema é de toda a sociedade. Estamos vivendo uma situação de fome, miséria e, ainda, veio a pandemia, devastando pessoas e famílias. A Prefeitura está trabalhando e precisamos de cada servidor para mostrar para os usuários que eles não são só números. Só eles sabem o que realmente precisam”, disse a promotora.

A presidente do Comitê, Ursula França, destacou a importância do evento para a construção de políticas públicas. “Nas últimas décadas tivemos avanços a partir da criação da Política Nacional da População de Rua e a criação do CIAMP. Para chegarmos até aqui, um longo caminho precisou ser percorrido e vamos continuar. Não tem como criar projetos e programas sem a participação das pessoas em situação de rua. A participação dos usuários é de emocionar” comemorou a integrante da comissão organizadora, ao lado da secretária executiva, Maria Julia Eccard.

A defensora pública Nathalia Pires Carneiro parabenizou os usuários pela presença no evento. “Quero parabenizar a todos por trazer para a centralidade essa pauta em favor de pessoas que muitas das vezes são criminalizadas pela sociedade e na maioria das vezes hostilizada”.

Os usuários contaram com os atendimentos do Consultório de Rua; corte de cabelo e manicure, por meio do projeto Social + Perto. Também participaram da mesa de abertura a diretora de Proteção Social Especial, Maria Amélia Lopes, e o coordenador executivo, Paulo Ricardo Vieira.